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Paraíba é segundo Estado do Nordeste a gerar mais empregos em seis anos

A Paraíba é o segundo estado do Nordeste e o décimo primeiro do Brasil que gerou mais empregos nos últimos seis anos (período janeiro de 2019 a junho de 2025), conforme destacou o perfil Economia Descomplicada, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

De acordo com os dados analisados, de janeiro de 2019 a junho de 2025, o estoque de empregos na Paraíba experimentou um aumento de 30%, ficando abaixo apenas do Maranhão (33%) na região Nordeste. A liderança no país ficou com o Estado de Roraima (61%)

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, nos últimos seis anos a Paraíba gerou um saldo de mais de 113 mil empregos formais. Em 2024, o Estado gerou o 2º maior saldo de empregos formais dos últimos 12 anos, com a criação de 229.298 vagas contra 201.684 desligamentos, gerando um saldo de 27.614 postos com carteira assinada.

Na comparação com os últimos 12 anos, com base nos dados do Caged, o saldo de 2024 (27.614) ficou atrás apenas do ano de 2022 (35.217), quando houve a retomada econômica, com o fim da pandemia.

Já a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE aponta que a Paraíba atingiu a menor taxa de desocupação de toda a sua série histórica, com uma redução de 7% no índice de pessoas desempregadas no 2º trimestre deste ano, uma queda de 1,7 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2024.

Com a queda na taxa para 7% no 2º trimestre deste ano, a Paraíba agora está entre os três Estados do Nordeste com menor taxa de desocupação. Ceará e Maranhão estão empatados com 6,6% e a Paraíba vem em seguida com 7%. Já os Estados de Pernambuco (10,5%), Bahia (9,1%) e Piauí (8,5%) são as maiores da Região.

Segundo ainda os dados da pesquisa do IBGE, o número de pessoas desocupadas caiu 18,6% no 2º trimestre deste ano em relação ao ano passado. Em números absolutos caiu de 154 mil (2º tri de 2024) para 126 mil (2º tri de 2025). Já a população ocupada atingiu 1,790 milhão de pessoas, alta de 7% sobre o ano passado.

 

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