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Hugo Motta cobra unidade, manda recado para aliados e defende chapa fechada do governo na eleição de 2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a reforçar o discurso de alinhamento total entre as forças que compõem a base do governador João Azevêdo. Em entrevista ao jornalista Rudney Araújo, no podcast A Tal da Política, Motta mandou um recado direto aos aliados e defendeu que a eleição de 2026 seja enfrentada com a chapa governista totalmente unificada.

Segundo ele, não há mais espaço para movimentos isolados nem para projetos pessoais que rompam a coerência do grupo. Para o deputado, a vitória depende da capacidade de manter todos no mesmo caminho.

“Eu defendo a unidade da chapa. Eu defendo quem vota em João, vota em Lula, quem vota em Lula, vota em João. Esse é o projeto que eu defendo, é nisso que nós temos que trabalhar. Nem sempre a conformidade é possível por causa da eleição de duas vagas, então tem um compromisso ou outro. Nós vamos trabalhar para que a chapa como um todo seja vitoriosa, esse é o compromisso do PSB, esse é o compromisso dos Progressistas, esse é o compromisso do Republicanos. Trabalhamos por essa unidade”, afirmou.

A fala de Hugo Motta ecoa justamente no momento em que a base governista enfrenta disputas internas, especialmente em torno das articulações para o Senado e da composição das chapas proporcionais. Ao reforçar publicamente a defesa da unidade e da vinculação direta entre João Azevêdo e o presidente Lula, o paraibano sinaliza que divergências internas precisam ser superadas antes de a campanha tomar forma.

O recado também mira setores que ainda ensaiam movimentos paralelos ou tentativas de construir candidaturas próprias à revelia do núcleo do governo. Para Motta, só há um caminho possível para fortalecer o projeto político em 2026: todos marcharem juntos.

Com o aviso dado e o clima de pré-campanha acentuado, a expectativa agora é observar como os aliados irão se comportar diante da cobrança pública do presidente da Câmara e qual será o impacto dessa fala nas negociações que seguem em curso nos bastidores.

Por: Napoleão Soares

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