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Morre Edmilson Soares, ex-deputado e vereador de João Pessoa

O ex-deputado estadual e vereador de João PessoaEdmilson Soares (PSB), morreu na manhã deste domingo (21), aos 73 anos. O parlamentar estava internado em um hospital particular da Capital há alguns meses e a morte foi confirmada pelo seu filho, o deputado estadual Tanilson Soares, através de uma mensagem com a palavra “Luto” publicada em suas redes sociais.

O velório acontece a partir das 10h deste domingo, na Igreja Presbiteriana do bairro da Torre e o sepultamento no Cemitério Senhor da Boa Sentença, no Varadouro.

Trajetória

Antes de ingressar na política, Edmilson de Araújo Soares foi professor de matemática da rede pública estadual e municipal em João Pessoa. Também atuou na gestão escolar, sendo o primeiro diretor eleito do Lyceu Paraibano.

Foi vereador de João Pessoa entre os anos de 2001 e 2011, com três mandatos consecutivos, quando decidiu disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, onde permaneceu entre os anos de 2011 a 2023.

Nas Eleições de 2022, abriu mão de disputar a reeleição para deputado estadual, deixando o legado para seu filho, Tanilson Soares. Dois anos depois, em 2024, decide retornar à Câmara Municipal de João Pessoa pelo PSB, sendo eleito com 8.936 votos e iniciando seu quarto mandato no parlamento mirim.

Doença

Em 2020, Edmilson Soares foi internado em um hospital de João Pessoa, após sentir dores no abdômen e ser diagnosticado com um trombo no estômago. Na ocasião, o parlamentar foi submetido a uma cirurgia para retirada do rim direito e de um tumor.

Na semana passada, uma série de notícias falsas relacionadas a morte do parlamentar foram divulgadas na internet, obrigando a família a emitir notas desmentindo a informação.

Na sexta-feira (20), a médica Nairmara Cunha, sobrinha de Edmilson Soares, divulgou uma nota pública para esclarecer a situação do político e evitar novas especulações. Segundo ela, Edmilson enfrentava “uma doença grave, progressiva e irreversível, sem possibilidade de tratamento curativo”, mas adiantou que em nenhum momento foi levantada a possibilidade de desligamento de aparelhos.

“Em nenhum momento houve desligamento de aparelhos, suspensão deliberada de suporte vital ou qualquer conduta com a intenção de abreviar a vida. O que está acontecendo é o curso natural de uma doença grave, progressiva e irreversível, que infelizmente evolui com sofrimento e sem possibilidade de tratamento capaz de mudar esse desfecho”, disse.

Ainda de acordo com a nota divulgada por Nairmara, todas as decisões foram tomadas de forma conjunta com a equipe médica que acompanhou o político, levando em consideração “critérios éticos, técnicos e humanizados, com foco no alívio do sofrimento, no cuidado integral e no respeito à dignidade”.

“Não se trata de desistência, omissão ou abandono. Trata-se de cuidar, de não submeter alguém que amamos a intervenções fúteis, desproporcionais e geradoras de ainda mais sofrimento, garantindo conforto, presença e respeito até o fim”, frisou.

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