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Presidente do CRM-PB destaca atuação do órgão para garantir a continuidade da assistência no Hospital da Clipsi, em CG

O presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba, (CRM-PB),  Bruno Leandro de Souza, destacou a atuação do  órgão durante as reuniões para para garantir a continuidade da assistência no Hospital da Clipsi, em Campina Grande.

“Atuamos como mediadores das partes envolvidas e colaboramos para buscar soluções. A assistência materno-infantil de Campina Grande está precária e a Clipsi é o principal hospital de retaguarda da maior maternidade da região, o Isea. Portanto, tínhamos que encontrar uma solução para este impasse. Felizmente, será assinado o TAC que garantirá a continuidade dos serviços da Clipsi”, afirmou o presidente do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

Na tarde desta terça-feira, (7), o   primeiro vice-presidente do CRM-PB, Walter Azevedo, participou da reunião no Ministério Público da Paraíba (MPPB), em que foi finalizada a minuta do termo de ajustamento de conduta (TAC) que será assinado pela Secretaria de Saúde do Estado (SES) para garantir a continuidade da assistência no Hospital da Clipsi, em Campina Grande. Na reunião, a SES informou que irá assumir os serviços do hospital, por meio de um convênio.

De acordo com o convênio, a SES vai utilizar a totalidade da estrutura do hospital, que dispõe de 248 leitos, sendo 100% dos atendimentos pelo SUS. Serão utilizados os leitos obstétricos, os de UTI neonatal e pediátrica e de UTI adulta e será mantido pronto atendimento pediátrico com porta aberta para a população.

Também participaram da reunião o procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans; a promotora da Saúde de Campina, Adriana Amorim; os coordenadores dos Centros de Apoio Operacional da Saúde, Leonardo Pereira, e do Patrimônio Público, Arthur Magnus Dantas; o procurador do MP de Contas, Bradson Camelo; o secretário de Saúde do Estado, Ari Reis; diretores do Hospital Clipsi e do Instituto Tarcísio Dias; e equipes técnicas da SES.

Em março deste ano, o CRM-PB reuniu representantes do MPPB, da SES e da Secretaria de Saúde de Campina Grande para discutir e avaliar estas soluções para a assistência materno-infantil da cidade. Em fiscalização realizada pelo Conselho, foi constatado que as escalas médicas para o mês de abril não estavam completas e, por este motivo, o CRM-PB emitiu um indicativo de interdição.

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