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Hugo Motta realiza reunião com ministro Padilha e pesquisadores da UEPB para discutir tecnologia que detecta metanol em bebidas

Inovação desenvolvida pela UEPB identifica contaminação por metanol com até 97% de precisão. Projeto inclui criação de canudo que muda de cor ao detectar a substância tóxica
Em reunião virtual realizada neste sábado (5), o presidente da Câmara dos Deputados,  Hugo Motta (Republicanos-PB) reuniu o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a reitora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Célia Regina Diniz, e pesquisadores da instituição para discutir os avanços de uma tecnologia inovadora que pode transformar o combate à adulteração de bebidas alcoólicas no Brasil.
O presidente Hugo Motta elogiou o trabalho dos pesquisadores e destacou a importância de transformar descobertas científicas em soluções práticas para a sociedade. Ele se comprometeu a articular, junto ao governo federal e ao Congresso, apoio para o desenvolvimento e aplicação da tecnologia em escala nacional.
“É um projeto que pode salvar vidas. A UEPB está mostrando como a ciência pode responder a problemas reais, e nosso papel é garantir que esse tipo de iniciativa tenha apoio e recursos para avançar”, afirmou Motta.
A reitora Célia Regina agradeceu ao presidente Hugo Motta pela articulação da reunião, ao ministro Padilha pela abertura ao diálogo com a ciência, e à Secretaria de Ciência e à Fapesq pelo apoio constante à pesquisa e inovação na Paraíba. “Esse é um momento estratégico para a UEPB, que reafirma seu papel na produção de ciência com impacto direto na saúde e na vida das pessoas”, disse a reitora.
O ministro Alexandre Padilha também demonstrou interesse na tecnologia e afirmou que o Ministério da Saúde vai avaliar formas de integrar a inovação às estratégias de vigilância sanitária e prevenção de intoxicações em todo o país. “A UEPB mostra, mais uma vez, a força da universidade pública no enfrentamento de problemas reais de saúde. Essa tecnologia pode ajudar o país a combater a intoxicação por bebidas adulteradas. O Ministério da Saúde vai atuar de forma imediata com outros órgãos para apoiar essa iniciativa”, afirmou o ministro da Saúde.
Também participaram da reunião a vice-reitora, professora Vânia Fonseca; a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa e os pesquisadores Félix Brito e Railson Diniz.
Saiba mais
Desenvolvido na Paraíba, o método permite detectar a presença de metanol — substância tóxica que pode causar sérios danos à saúde e até levar à morte — com até 97% de precisão, sem precisar abrir a garrafa da bebida. A tecnologia agora avança para uma nova fase, com a proposta de criação de um canudo inteligente que muda de cor ao entrar em contato com o metanol, permitindo uma verificação rápida e acessível para qualquer consumidor.

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